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Brasileiro é preso nos Estados Unidos acusado de vender documentos falsos a imigrantes
Foto: Tribunal Distrital dos EUA / Divulgação

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Romulo Ferreira De Oliveira vendeu green cards e cartões de seguridade social falsificados a um informante e pode pegar 15 anos de prisão

Um brasileiro de 39 anos foi preso em Massachusetts, nos Estados Unidos, acusado de comercializar documentos falsificados destinados a imigrantes em situação irregular no país. Identificado como Romulo Ferreira de Oliveira, ele responde a acusações federais relacionadas à venda de documentos de identificação falsos, segundo informações divulgadas pelas autoridades americanas.

 

De acordo com a investigação, Romulo teria vendido os documentos em julho de 2026, durante negociações com uma pessoa que colaborava com as autoridades. Entre os materiais citados estão cartões do Seguro Social, documento utilizado nos Estados Unidos para identificação perante órgãos e instituições, além de um cartão de residência permanente, conhecido como Green Card.

 

As apurações apontam que as transações ocorreram em duas ocasiões. No total, o brasileiro teria fornecido 12 cartões do Seguro Social, um Green Card e uma carteira de habilitação brasileira. As negociações foram acompanhadas por investigadores federais, que reuniram elementos para sustentar as acusações apresentadas à Justiça.

 

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A prisão ocorreu em 13 de outubro, quando Romulo também compareceu à Justiça Federal em Boston. Ele mora em Braintree, cidade localizada no estado de Massachusetts. Segundo as informações divulgadas, cada uma das duas acusações pode resultar em pena máxima de até 15 anos de prisão e multa de até US$ 250 mil, caso haja condenação.

 

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O caso segue sob análise da Justiça americana, e as acusações ainda precisam ser comprovadas no processo. A investigação envolve a atuação de agentes federais responsáveis por apurar crimes relacionados à falsificação e à comercialização de documentos. Até que haja uma decisão judicial, o brasileiro deve ser tratado como acusado, e não como condenado. 

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