Deficiência de vitaminas, doenças e até a quebra dos fios podem dar a falsa impressão de que o cabelo parou de crescer.
Muitas pessoas acreditam que o cabelo simplesmente parou de crescer, mas, segundo especialistas, isso raramente acontece. Em condições normais, os fios crescem cerca de um centímetro por mês, o equivalente a aproximadamente 13 centímetros por ano. Quando esse ritmo parece diminuir, diversos fatores podem estar envolvidos.
Entre as principais causas estão deficiências nutricionais, como a falta de ferro, zinco, biotina, vitamina D e proteínas, nutrientes essenciais para a saúde capilar. Além disso, problemas como anemia, alterações na tireoide e outras condições de saúde podem comprometer o crescimento dos fios.
Dermatologistas explicam que, em muitos casos, o cabelo continua crescendo normalmente, mas a quebra excessiva faz com que os fios não ganhem comprimento, criando a impressão de que o crescimento foi interrompido.
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Para estimular o desenvolvimento saudável dos cabelos, especialistas recomendam uma alimentação equilibrada, o uso de produtos específicos quando indicados e, em alguns casos, suplementação com biotina. Tratamentos como mesoterapia e laser terapêutico também podem ser utilizados para estimular os folículos capilares, sempre com orientação médica.
Quando o problema persiste mesmo após cuidados diários, a recomendação é procurar um dermatologista para investigar possíveis alterações hormonais ou nutricionais e avaliar a saúde do couro cabeludo e da fibra capilar.
NOVA DESCOBERTA CIENTÍFICA
Um estudo publicado em 2025 na revista Nature Communications, conduzido por pesquisadores da Austrália, Singapura e China, identificou que a proteína MCL-1 desempenha um papel fundamental na manutenção das células-tronco dos folículos capilares.
Segundo os cientistas, essa proteína protege as células responsáveis pelo crescimento dos fios contra o estresse celular durante as diferentes fases do ciclo capilar. Nos testes realizados, a ausência da MCL-1 provocou uma redução gradual dessas células, resultando em perda progressiva de cabelo ao longo do tempo.
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A descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos contra a queda capilar e para terapias capazes de estimular o crescimento dos fios no futuro.