Campanha nacional começa em meio à alta de doenças respiratórias e prioriza grupos mais vulneráveis às complicações da influenza
A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28/3) em diversas regiões do Brasil. O objetivo é reduzir complicações, internações e mortes relacionadas ao vírus influenza, em um momento de aumento de casos de doenças respiratórias. O Ministério da Saúde registrou mais de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave neste ano, com o vírus da gripe entre os agentes mais associados aos quadros graves.
O governo federal distribuiu mais de 15 milhões de doses da vacina aos estados e municípios, e as redes de saúde intensificarão as estratégias de vacinação desde o início da campanha. O público prioritário inclui crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos, além de outros grupos mais vulneráveis às complicações da doença.
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Segundo o infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, a adesão da população é essencial para reduzir o impacto da gripe. Ele explica que o vírus sofre alterações constantes, o que gera epidemias anuais, e que a vacina é a forma mais importante de prevenção. A vacina apresenta um bom perfil de segurança e eficácia, protegendo principalmente contra formas graves da doença.
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A gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus influenza, de fácil transmissão e capaz de provocar surtos sazonais. Os sintomas incluem febre súbita, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor de garganta e mal-estar. Embora a maioria dos casos seja leve, idosos, bebês e pessoas com doenças crônicas ou imunossupressoras apresentam maior risco de complicações, como pneumonia e infecções respiratórias graves. Em casos de sintomas persistentes ou agravamento do quadro, é recomendada a busca imediata por atendimento médico.