Delegados responsáveis pela investigação foram ouvidos em plenário marcado por embates entre defesa e acusação, além de reação de Monique após exibição de fotos da necropsia de Henry
O segundo dia do julgamento do caso Henry Borel foi marcado por depoimentos considerados decisivos, clima de tensão no tribunal e novas declarações sobre a dinâmica da morte do menino, ocorrida em 2021, no Rio de Janeiro.
Durante a sessão, delegados, peritos e testemunhas reforçaram a versão apresentada pela investigação de que houve tentativa de ocultar as agressões sofridas pela criança antes da morte.
Um dos momentos de maior repercussão aconteceu quando investigadores classificaram como “farsa ensaiada” os depoimentos apresentados inicialmente pelos réus Dr. Jairinho e Monique Medeiros.
Veja também

Mega-Sena acumula novamente e próximo prêmio chega a R$ 6 milhões
Ministério determina recolhimento de lote de azeite adulterado no Brasil
Peritos também detalharam as lesões encontradas no corpo de Henry, apontando incompatibilidade entre os ferimentos e a hipótese de acidente doméstico sustentada pela defesa.
O julgamento segue nesta quarta-feira (28) com expectativa para novos depoimentos de testemunhas e possível avanço para a fase de interrogatório dos acusados.
Dr. Jairinho e Monique Medeiros respondem por homicídio triplamente qualificado, tortura, fraude processual e coação no curso do processo. Ambos negam participação no crime.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O caso continua gerando forte repercussão nacional e mobilizando familiares, movimentos de proteção à infância e grande cobertura da imprensa.