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Caso Master: governo acompanha ofensiva contra o Banco Central nas redes sociais
Foto: Reprodução

Ideia é evitar que caso possa afetar imagem do governo, como aconteceu no episódio da fiscalização do Pix

O governo federal passou a monitorar o movimento de notícias falsas que circulam nas redes sociais contra a atuação do Banco Central (BC) na liquidação do Banco Master. A Secretaria de Comunicação Social (Secom) vem acompanhando os perfis que encabeçam os compartilhamentos contra o BC e a favor da instituição financeira que foi liquidada.

 

Diante da repercussão do caso nas últimas semanas, a ideia é monitorar as publicações para entender se o assunto de alguma forma pode atingir o governo. Este monitoramento das redes é de praxe da gestão de Sidônio Palmeira, principalmente a partir da repercussão negativa causada pela onda de notícias falsas contra o Pix no início do ano. Na época, o episódio fez com que o governo recuasse e revogasse uma portaria de atualização de regras da Receita Federal.

 

Desta vez, com a atenção voltada para o caso Master, a Secom acompanha o movimento das redes para calibrar como se posicionar da melhor forma em relação ao assunto, evitando que ele respingue na imagem do governo.

 

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Como revelou a colunista do Globo Malu Gaspar, influenciadores foram contatados para lançar suspeitas nas redes sociais sobre o processo de liquidação do Banco Master pelo Banco Central — o “projeto DV”, em referência ao dono da instituição, Daniel Vorcaro. Os influenciadores teriam recebido contratos que chegavam a R$ 2 milhões.

 

Nesta quinta-feira, o ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), suspendeu a inspeção presencial no Banco Central determinada por ele para apurar os procedimentos adotados na liquidação extrajudicial do Banco Master, ocorrida em novembro.

 

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A decisão ocorre após o Banco Central apresentar um recurso chamado de embargo de declaração contestando a competência do ministro para autorizar, de forma monocrática, uma inspeção desse porte. O BC argumenta que tal diligência deveria ser aprovada por um órgão colegiado do TCU. 

 

Fonte: Extra

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