O objetivo é analisar o acesso ao medicamento como uma questão de direitos humanos, considerando a necessidade de ampliar políticas públicas de prevenção ao HIV
Uma comissão da área de saúde debateu a possível incorporação de um medicamento de ação prolongada no Sistema Único de Saúde (SUS) voltado à prevenção do HIV. A proposta envolve estratégias de ampliação do acesso à chamada profilaxia pré-exposição (PrEP), método utilizado para reduzir o risco de infecção pelo vírus.
O debate ocorre em meio à discussão sobre novas tecnologias de prevenção, como medicamentos injetáveis ou de longa duração, que poderiam substituir ou complementar o uso diário de comprimidos já disponibilizados pelo SUS.
Segundo informações relacionadas ao tema, o Brasil vem ampliando estudos e projetos-piloto com antirretrovirais de ação prolongada, incluindo o lenacapavir, que pode ser aplicado em intervalos maiores e apresenta alta eficácia na prevenção do HIV em pesquisas internacionais.
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Especialistas e parlamentares defendem que a análise de custo, adesão dos pacientes e impacto na saúde pública são pontos centrais para a eventual incorporação desses medicamentos na rede pública.
Foto: Unaids Brasil/Agência Câmara
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O debate integra um conjunto de discussões recentes sobre novas formas de prevenção ao HIV no país, especialmente diante de iniciativas de pesquisa em diferentes estados, incluindo o Amazonas.