Por Antônio Zacarias - A receita não exige grande prescrição, mas deve ter como orientação maturidade política e compromisso com a saúde do estado. Sem esses dois princípios, o risco de agravamento da enfermidade é grande.
A viabilidade eleitoral de Maria do Carmo já é uma realidade, diante do rompimento das duas principais lideranças políticas do Amazonas. Somente com o aceno de desentendimento entre Omar e David Almeida, a representante da extrema direita colocou suas garras pra fora.
Maria do Carmo é um perigo evitável e um risco que o Amazonas não merece correr. Trata-se de uma mulher à procura de aumentar sua fortuna, que odeia o povo e não tem a mínima empatia pelo ser humano.
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Omar e David são políticos de centro, têm equilíbrio político, experiência administrativa e profundo respeito pelo povo amazonense. Uma aliança entre eles no primeiro turno das eleições do ano que vem dissiparia o horrendo projeto de poder da extrema direita.
A razão de afastar o risco de Maria do Carmo vir a ser uma alternativa eleitoral para o governo do Amazonas reside na responsabilidade política de David e Omar com o futuro do estado. Um simples desentendimento não pode servir de alavanca para um projeto pessoal de usar a máquina pública estadual para aumentar a fortuna daquela senhora.
Omar e David devem superar as querelas políticas e fazer um realinhamento estratégico em favor do povo amazonense. O risco de ter Maria do Carmo como forte alternativa ao governo do estado exige uma postura madura e responsável das duas lideranças.
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O povo do Amazonas aguarda com grande expectativa essa realinhamento.