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Como lidar com ansiedade e adversidade: técnicas científicas para desenvolver resiliência e encontrar calma
Foto: Reprodução

Pensar de forma diferente sobre sua ansiedade pode ajudá-lo a transformar essa emoção em uma força positiva

Em um mundo marcado por incertezas e pressões constantes, sentir ansiedade ou sobrecarga é natural. Pesquisas mostram, porém, que é possível transformar esses sentimentos em força e cultivar resiliência com estratégias simples e comprovadas.

 

Identificar emoções com precisão ajuda a lidar melhor com elas. Em vez de se resumir a estar “estressado”, nomear sentimentos como frustração, preocupação ou desespero aumenta a clareza emocional e fortalece a saúde mental. Aprender com conceitos de outras culturas, como o sisu finlandês, que significa determinação diante da adversidade, também pode ser útil.

 

A ansiedade, embora desconfortável, pode ser uma vantagem. Ela ativa foco, criatividade e produtividade, ajudando a enfrentar desafios. Para usar a ansiedade de forma positiva, é preciso mudar a mentalidade. É importante encará-la como sinal de preparação para situações difíceis em vez de ameaça. Técnicas incluem investigar suas causas e definir metas construtivas.

 

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Preocupar-se de forma direcionada também traz benefícios. Ao identificar o problema, listar ações possíveis e aceitar limites do que não pode ser controlado, é possível canalizar a preocupação para planejamento e ação eficaz.

 

Atividades simples podem melhorar o humor e reduzir estresse. Ler, ouvir música ou organizar o ambiente influenciam diretamente nossas emoções. Filmes de terror, por exemplo, permitem treinar respostas a situações de ameaça em segurança, reduzindo ansiedade no dia a dia.

 

Praticar gratidão é outro recurso poderoso. Anotar três coisas boas que aconteceram diariamente, mesmo pequenas, aumenta felicidade e reduz sintomas depressivos, como mostram estudos.

 

Reconhecer o que pode e o que não pode ser controlado é central para resiliência. Filósofos estoicos, como Epicteto, enfatizavam focar nas próprias ações e aceitar o inevitável, reduzindo sofrimento desnecessário.

 

A esperança também é eficaz quando ligada à ação concreta. Esperar passivamente que tudo melhore é menos útil do que direcionar esforços pessoais e coletivos para enfrentar desafios.

 

Por fim, falar com crianças sobre adversidades exige atenção e empatia. Validar sentimentos, fazer perguntas e guiá-las em estratégias saudáveis de enfrentamento ajuda a desenvolver autocontrole, atenção e regulação emocional, preparando-as melhor para lidar com o estresse.

 

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Essas práticas mostram que, mesmo em tempos de caos, é possível encontrar calma, fortalecer a mente e transformar dificuldades em oportunidades de crescimento.

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