A médica Juliana Brasil e a técnica de enfermagem estão impedidas de atuar em suas profissões por um ano, conforme determinação da Justiça
O registro profissional de Raiza Bentes está suspenso, e quem confirma e deixa isso bem claro é o Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas (Coren/AM).
O posicionamento do órgão representante da categoria veio após uma consulta ao sistema, indicando que o registro da técnica de enfermagem continuava ativo, desobedecendo ordem judicial de suspensão por um ano.
Raiza Bentes Praia é uma das investigadas no inquérito policial sobre negligência, erro médico e outras falhas de atendimento, que resultaram na morte do menino Benício Xavier, de 6 anos.
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O menino veio a óbito no dia 23 de dezembro do ano passado, na Clínica Santa Júlia, onde a médica Juliana Brasil errou na prescrição indicada ao paciente.

Coren/AM garante que Raiza Bentes está com o registro
suspenso e proibida de exercer a profissão
A técnica de enfermagem seguiu à risca a medicação determinada pela médica e aplicou forte dose de adrenalina por via intravenosa, provocando várias paradas cardíacas, e o menino veio a óbito.
Durante a investigação da Polícia Civil e denúncia levada ao Ministério Público e à Justiça, o juiz Fábio Olintho de Souza emitiu decisão em dezembro.
O magistrado determinou ao Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM), ao Coren-AM, além das secretarias estadual e municipal de Saúde, a suspensão das atividades profissionais da médica e da técnica de enfermagem.

Benício Xavier foi a vítima fatal do erro médico no Hospital
Santa Júlia, e até hoje a família ainda clama por justiça
(Fotos: Divulgação)
No começo desta semana, surgiu a denúncia de que apenas o registro de Juliana Brasil estava suspenso e que o registro profissional de Raiza Bentes continuava ativo no sistema do Coren/AM.
Na última quinta-feira, o Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas reafirmou que os registros da médica e da técnica de enfermagem estão suspensos, apesar da consulta pública indicar o contrário.
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Seria apenas uma falha na atualização do sistema, o que já está sendo providenciado para que não restem mais quaisquer dúvidas quanto ao cumprimento da ordem judicial aplicada em dezembro do ano passado.