Tribunal já determinou que 80% dos funcionários sigam em atividade para manter serviços
Os Correios decidiram encerrar as negociações com representantes dos trabalhadores e agora aguardam o julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), marcado para a próxima segunda-feira (21). A greve nacional da categoria chegou ao nono dia nesta sexta-feira (18).
A paralisação começou em 10 de setembro, após trabalhadores rejeitarem a proposta apresentada pela empresa durante as negociações do acordo coletivo. O principal ponto de divergência é o plano de saúde, além de discussões envolvendo salários, benefícios e outras condições de trabalho.
Segundo os Correios, um dos pontos já encaminhados é o reajuste salarial de 4,35%, correspondente ao INPC e com aplicação retroativa a 1º de agosto. A empresa, porém, defende mudanças em benefícios e condições de trabalho como parte do processo de reestruturação financeira da estatal.
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O TST determinou que pelo menos 80% do efetivo seja mantido em cada unidade durante a greve, para garantir a continuidade dos serviços essenciais. A estatal também informou que adotou medidas de contingência, como remanejamento de funcionários, veículos e realização de mutirões para reduzir os impactos da paralisação.
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O julgamento do dissídio está previsto para segunda-feira (21), às 13h30. Até lá, os trabalhadores continuam em greve e a categoria ainda defende a retomada das negociações, principalmente em relação ao plano de saúde.