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Crescimento rápido de unhas e cabelos nem sempre significa boa saúde, alerta especialista
Foto: Divulgação

Endocrinologista explica que genética, hormônios e alimentação influenciam o crescimento e que a saúde deve ser avaliada de forma ampla.

O crescimento acelerado de unhas e cabelos costuma ser visto como um sinal de boa saúde, mas especialistas alertam que essa percepção nem sempre corresponde à realidade. Segundo a endocrinologista Jacy Maria Alves, diversos fatores influenciam esse processo, como genética, idade, hormônios e hábitos alimentares.

 

De acordo com a médica, embora unhas e cabelos saudáveis possam indicar boa circulação sanguínea, nutrição adequada e metabolismo equilibrado, esses sinais, isoladamente, não são suficientes para confirmar que uma pessoa está saudável.

 

A especialista explica que a alimentação exerce papel fundamental na renovação celular. Quando o organismo recebe vitaminas, minerais e proteínas em quantidades adequadas, a tendência é que unhas e cabelos cresçam de forma mais forte e saudável.

 

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No entanto, ela ressalta que a avaliação da saúde deve considerar o funcionamento do organismo como um todo. Aspectos como disposição física e mental, qualidade do sono, equilíbrio emocional, boa digestão e resultados satisfatórios em exames clínicos são indicadores mais confiáveis do estado geral de saúde.

 

Outro ponto destacado pela endocrinologista é que estar saudável não significa, necessariamente, nunca apresentar sintomas. Segundo ela, a capacidade do organismo de se recuperar das atividades diárias, responder aos desafios do dia a dia e manter uma boa qualidade de vida também demonstra equilíbrio físico.

 

Além dos cabelos e das unhas, o funcionamento do intestino é outro importante indicador da saúde. A médica explica que o órgão exerce influência sobre o sistema imunológico, o metabolismo e até a saúde mental.

 

Segundo a especialista, uma frequência considerada normal para evacuação varia de três vezes por semana até três vezes por dia. Mais importante do que a quantidade é que o hábito seja regular, sem dor, esforço excessivo ou alterações importantes nas fezes.

 

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Para manter o intestino saudável, a recomendação é investir em uma alimentação equilibrada, rica em fibras, manter boa hidratação e preservar uma rotina que favoreça o bom funcionamento do sistema digestivo. 

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