Apertar o passo pode fazer parte das brincadeiras infantis desde o início, mas treinos estruturados de corrida devem começar apenas depois dos 12 anos, com progressão lenta e supervisão de profissionais
A corrida tem conquistado cada vez mais adeptos entre crianças e adolescentes, mas a prática exige cuidados específicos para garantir segurança e evitar lesões. Especialistas afirmam que, quando orientada e respeitando os limites de cada faixa etária, a atividade pode trazer benefícios para a saúde física e emocional dos jovens.
De acordo com médicos e profissionais de educação física, o mais importante não é a idade para começar a correr, mas sim que a atividade seja realizada de forma lúdica, sem cobranças por desempenho e com acompanhamento adequado. A evolução das distâncias deve acontecer gradualmente, conforme o desenvolvimento da criança.
Para os menores, a recomendação é priorizar brincadeiras, corridas curtas e atividades recreativas. Já adolescentes podem participar de provas e treinamentos mais estruturados, desde que respeitem o condicionamento físico e contem com avaliação médica quando necessário.
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Os especialistas também alertam para a importância do uso de tênis adequados, hidratação, alimentação equilibrada e períodos de descanso. O excesso de treinamento pode comprometer o desenvolvimento e aumentar o risco de lesões por sobrecarga.
Foto: Reprodução
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Além de melhorar o condicionamento físico, a corrida contribui para o fortalecimento dos ossos, auxilia no controle do peso, melhora a capacidade cardiovascular e ainda favorece a disciplina, a socialização e o bem-estar mental, tornando-se uma importante aliada no desenvolvimento de crianças e adolescentes.