Prefeitos afirmam que estão priorizando o combustível para ambulâncias e veículos de emergência, mas reconhecem que outros serviços começam a ser paralisados
A escassez de diesel já impacta diretamente pelo menos 142 municípios do Rio Grande do Sul, comprometendo o funcionamento de serviços públicos considerados essenciais.
Levantamento da Federação das Associações de Municípios do estado (Famurs) aponta que quase metade das prefeituras consultadas enfrenta dificuldades para abastecer veículos e equipamentos, o que tem forçado a adoção de medidas emergenciais.
Diante da falta de combustível, gestores municipais estão priorizando áreas mais críticas, como o transporte de pacientes e atendimentos na saúde. Em contrapartida, obras públicas, serviços de manutenção e atividades que dependem de máquinas pesadas já começam a ser suspensos.
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O problema também ameaça diretamente o transporte escolar e o deslocamento de moradores em áreas mais afastadas, aumentando o risco de colapso em serviços básicos caso a situação se agrave.
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A crise está ligada a fatores externos, como a alta no preço do petróleo e tensões internacionais que afetam a importação de combustíveis, reduzindo a oferta e pressionando os estoques no país. Autoridades e representantes municipais alertam que, sem medidas rápidas para garantir o abastecimento, o cenário pode piorar nos próximos dias, ampliando os impactos para a população e para a economia local.