Alimentos muito maduros podem abrigar bactérias e outras substâncias nocivas e provocar casos graves de intoxicação alimentar
Nem toda fruta ou legume com manchas, partes amassadas ou aparência diferente precisa ser descartado. Especialistas afirmam que, em muitos casos, esses alimentos continuam seguros para o consumo, desde que não apresentem sinais de contaminação, como mofo, mau cheiro ou deterioração generalizada.
De acordo com especialistas em segurança alimentar, frutas e legumes que apresentam apenas pequenos machucados podem ser aproveitados após a remoção da parte afetada. Já alimentos com mofo visível, textura viscosa, odor desagradável ou sinais de fermentação devem ser descartados, principalmente quando se trata de produtos macios, como morango, tomate, pêssego e uva, pois os fungos podem se espalhar internamente mesmo sem serem vistos.
No caso de alimentos mais firmes, como cenoura, batata, maçã e repolho, é possível retirar uma parte maior ao redor da região danificada e consumir o restante, desde que não haja sinais de deterioração extensa. Especialistas explicam que a estrutura desses alimentos dificulta a propagação de fungos e bactérias para o interior.
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Outro alerta importante é observar mudanças na textura e na coloração. Frutas muito moles, verduras viscosas, folhas escurecidas e legumes com cheiro forte indicam que o alimento já iniciou o processo de decomposição e pode representar risco à saúde. Além disso, alimentos armazenados de forma inadequada tendem a estragar mais rapidamente.
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Para reduzir o desperdício e aumentar a durabilidade, especialistas recomendam armazenar frutas e hortaliças em locais apropriados, respeitando a necessidade de refrigeração de cada alimento e realizando inspeções frequentes. A orientação é simples: quando houver dúvida sobre a segurança do produto, especialmente na presença de mofo ou odor incomum, o mais seguro é descartá-lo para evitar intoxicações alimentares.