Zumba, street dance e jazz funk estão entre as opções que podem aumentar o gasto calórico, melhorar a coordenação motora e contribuir para uma rotina mais ativa.
A dança pode ser uma alternativa para quem deseja praticar exercícios físicos de maneira divertida e melhorar a qualidade de vida. Modalidades como zumba, fitdance e balé ajudam a combater o sedentarismo e podem contribuir para o emagrecimento, além de estimular a coordenação motora e a resistência física. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 31% dos adultos no mundo não atingem os níveis recomendados de atividade física.
De acordo com a personal trainer, coreógrafa e bailarina Lady Bárbara, a dança trabalha diferentes grupos musculares e estimula o sistema cardiorrespiratório. A atividade também pode favorecer o equilíbrio, a agilidade e a consciência corporal, dependendo do ritmo, da intensidade e da frequência das aulas.
A prática pode ser uma porta de entrada para pessoas que não se identificam com exercícios tradicionais, como a musculação. Por ser realizada com música e, em muitos casos, em grupo, a dança pode tornar a atividade física mais agradável e ajudar na manutenção de uma rotina regular de exercícios.
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Entre as modalidades indicadas para quem deseja aumentar o gasto calórico estão a zumba, o street dance e o jazz funk. Segundo a especialista, essas atividades podem proporcionar um gasto entre 500 e 1.000 calorias por hora, dependendo da intensidade dos movimentos, da duração da aula e das características individuais de cada praticante.
A zumba se destaca pela combinação de movimentos aeróbicos com ritmos musicais variados. As aulas costumam apresentar sequências dinâmicas, com poucos intervalos, o que pode elevar a frequência cardíaca e contribuir para o condicionamento físico. Entretanto, o gasto energético varia de acordo com o esforço realizado por cada pessoa.

Foto: Divulgação
Apesar dos benefícios, a recomendação é começar gradualmente e respeitar os limites do corpo. O aquecimento antes das aulas ajuda a preparar a musculatura para os movimentos, enquanto a adaptação da intensidade pode reduzir o risco de lesões. Pessoas sedentárias ou com limitações físicas devem buscar orientação profissional antes de iniciar uma nova atividade.
Para pessoas idosas, a dança também pode contribuir para a saúde cognitiva e a interação social. A geriatra Fernanda Sperandio explica que acompanhar o ritmo musical, memorizar sequências e coordenar movimentos exige a participação simultânea do corpo e do cérebro. A atividade ainda pode estimular o equilíbrio e a agilidade, habilidades importantes para a realização das tarefas cotidianas.
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A escolha da modalidade deve levar em consideração as preferências pessoais e a possibilidade de manter a prática a longo prazo. Embora algumas danças apresentem maior gasto energético, a regularidade é um fator importante para alcançar resultados. Aliada a uma alimentação equilibrada e a outros hábitos saudáveis, a dança pode integrar uma estratégia de controle do peso e promoção da saúde.