Advogados afirmam que espingarda permanece em empresa no RS e pistola Glock está sob custódia da Polícia Civil do Distrito Federal.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) esclarecimentos sobre duas armas que não foram localizadas pelo Exército durante o cumprimento da decisão que determinou a entrega do armamento registrado em nome do ex-chefe do Executivo.
Segundo os advogados, a espingarda apontada como desaparecida permanece em uma empresa importadora de materiais bélicos, localizada em Caxias do Sul (RS). A arma teria sido recebida como presente por Bolsonaro, mas nunca foi retirada do estabelecimento.
Em relação à pistola Glock, a defesa informou que o armamento é o mesmo apreendido anteriormente com um dos seguranças do ex-presidente e que atualmente está sob custódia da Polícia Civil do Distrito Federal.
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Na segunda-feira (6), o Batalhão de Polícia do Exército comunicou ao STF que entregou à Polícia Federal seis das oito armas registradas em nome de Bolsonaro. A ausência da espingarda e da pistola levou o ministro Alexandre de Moraes a solicitar esclarecimentos sobre o paradeiro dos armamentos.
A apreensão das armas foi determinada após Moraes suspender o porte de arma do ex-presidente, entendendo que a posse de armamentos é incompatível com o cumprimento da prisão domiciliar.
Embora a Polícia Civil do Distrito Federal tenha informado que as armas estavam regularizadas e não tenha indiciado Bolsonaro em relação ao episódio envolvendo seu segurança, a medida foi mantida pelo ministro do STF.
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