NOTÍCIAS
Política
Defesa de ex-presidente do INSS contesta acusações e critica prisão
Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira, Alessandro Stefanutto foi preso preventivamente na nova fase da Operação Sem Desconto

A defesa do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que a prisão do servidor, realizada pela Polícia Federal na quinta-feira durante nova fase da Operação Sem Desconto, é "injusta" e baseada em informações "inverídicas e profundamente distorcidas" sobre sua conduta.

 

Segundo os advogados, é falsa a acusação de que Stefanutto teria recebido pagamentos de entidades ou intermediários ligados ao esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

 

A defesa sustenta que não há provas, documentos ou transferências que sustentem essa narrativa e critica relatórios do Coaf, que teriam usado dados "desatualizados e fora de contexto", induzindo a interpretações equivocadas sobre movimentações financeiras compatíveis com sua remuneração pública e declaradas.

 

Veja também

 

STF: Moraes e Dino votam para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação

 

Moraes libera Tarcísio, Cláudio Castro e aliados para ver Bolsonaro

 

A defesa também nega qualquer relação de Stefanutto com Cícero Marcelino de Souza Santos e empresas mencionadas na investigação. Sobre a compra de um veículo, diz que se trata de um HB20 2015/2016, adquirido de forma regular, com todos os comprovantes disponíveis.

 

"Até mesmo essa operação simples e transparente vem sendo utilizada para alimentar versões sem lastro", afirma o texto. Quanto ao parecer que fundamentou o acordo com a Conafer, os advogados dizem que o ato foi estritamente técnico, baseado na legislação vigente à época.

 

"Sobre o parecer que fundamentou o Acordo de Cooperação Técnica com a Conafer, a defesa lembra que o ato foi estritamente técnico, emitido com base na legislação vigente à época, exatamente como exige o cargo que exercia", dizem os advogados.

 

Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no FacebookTwitter e no Instagram

Entre no nosso Grupo de WhatAppCanal e Telegram

 

A Polícia Federal, por outro lado, aponta que Stefanutto teria liberado convênios e descontos sem autorização legal, recebendo propinas mensais de até R$ 250 mil por meio de empresas de fachada. O esquema, segundo a investigação, desviou cerca de R$ 6,3 bilhões e afetou mais de 600 mil beneficiários.  

 

Fonte: O Globo

LEIA MAIS
DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Mensagem:

Copyright © 2013 - 2026. Portal do Zacarias - Todos os direitos reservados.