Desembargador Rafael Romano se apresentou espontaneamente na sede da Delegacia-Geral da Polícia Civil na manhã desta sexta-feira
A Justiça determinou o cumprimento imediato da pena de 47 anos de prisão e o desembargador Rafael de Araújo Romano, se entregou na manhã desta sexta-feira, 20, na Delegacia Geral da Polícia Civil do Amazonas.
O magistrado foi condenado por estupro da própria neta que na época tinha apenas 7 anos de idade.
O desembargador se apresentou espontaneamente e ainda na manhã de hoje, deve ser realizado exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e como já houve a sentença definitiva, Rafael Romano será encaminhado ao Sistema Penitenciário.
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Esgotados todos os recursos de apelação e havendo o trânsito em julgado da sentença, o mandado de prisão foi expedido na última quarta-feira, 18, confirmado também, que a pena deverá ser cumprida em regime fechado.

O desembargador foi condenado a 47 anos de reclusão
em regime fechado (Foto: Divulgação)
Rafael de Araújo Romano foi denunciado pela própria neta, da qual é avô paterno, e constou nas investigações, inquérito policial e processo encaminhado ao Ministério Público do Amazonas e à Justiça, que os abusos ocorreram dos 7 aos 14 anos da menina, entre 2009 e 2016.
Depois da sentença condenatória definitiva e cumprimento do mandado de prisão, o desembargador também deverá perder o cargo público e adotada a medida judicial de cassação da aposentadoria de Rafael Romano.
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A denúncia inicial foi levada ao conhecimento do Ministério Público e à Polícia Civil do Amazonas em 2018, quando a própria mãe da vítima, procurou os órgãos competentes para oficializar e acusar o avô de sua filha por crimes de estupros e abusos sexuais, atribuídos ao desembargador.