Especialistas explicam quando a mentira deixa de ser pontual e passa a prejudicar relações, a autoestima e a saúde mental
Mentir ocasionalmente faz parte do comportamento humano, mas quando isso se torna frequente, impulsivo e difícil de controlar, pode indicar um transtorno psicológico. A chamada mitomania, ou mentira compulsiva, é caracterizada pela necessidade constante de distorcer a realidade, mesmo sem um ganho claro.
Segundo especialistas, o problema vai além de pequenas omissões do dia a dia. Pessoas com esse padrão tendem a criar histórias elaboradas, muitas vezes para chamar atenção, evitar críticas ou se colocar em uma posição mais favorável. Com o tempo, a repetição dessas mentiras pode comprometer relações pessoais, profissionais e até a própria percepção da realidade.
Diferente de mentiras pontuais, a mitomania está associada a fatores emocionais e psicológicos mais profundos, como baixa autoestima, insegurança e dificuldade de lidar com frustrações. Em alguns casos, o comportamento também pode estar ligado a outros transtornos, como ansiedade e depressão.
Veja também

Nike desaba na bolsa e CEO admite crise: 'Estou cansado de falar em consertar o negócio'
Voos privados de Alexandre de Moraes e mulher geram questionamentos
O diagnóstico deve ser feito por profissionais de saúde mental, que avaliam a frequência, o contexto e o impacto das mentiras na vida do paciente. O tratamento costuma envolver psicoterapia, com foco no desenvolvimento do autoconhecimento e no controle dos impulsos.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Reconhecer o problema é o primeiro passo para a mudança. Com acompanhamento adequado, é possível reduzir o comportamento compulsivo e construir relações mais saudáveis, baseadas na confiança e na transparência.