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Disputa ao Senado em São Paulo fica acirrada: Tebet, Derrite e Marina aparecem tecnicamente empatados, aponta pesquisa
Foto: Reprodução

Segundo o levantamento do Atlas/Estadão, a vantagem, atualmente, é da ministra do Planejamento

A corrida pelas duas vagas ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026 começa a ganhar forma com um cenário de forte equilíbrio entre os principais nomes. De acordo com levantamento do instituto Atlas/Estadão, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o deputado federal Guilherme Derrite e a ministra do Meio Ambiente Marina Silva lideram a disputa, aparecendo tecnicamente empatados nas intenções de voto.

 

O levantamento considera o modelo eleitoral para o Senado, em que o eleitor pode escolher dois candidatos. Nesse cenário consolidado, Tebet aparece numericamente à frente, com cerca de 22,6% das intenções, seguida de perto por Derrite, com aproximadamente 22%. Já Marina soma 19,6%, ficando dentro da margem de erro, o que configura empate técnico entre os três principais nomes.

 

A presença de Simone Tebet na disputa paulista chama atenção, já que a ex-senadora decidiu mudar seu domicílio eleitoral para São Paulo após avaliar dificuldades políticas em seu estado de origem, Mato Grosso do Sul. A estratégia também busca fortalecer alianças políticas no maior colégio eleitoral do país, especialmente dentro do campo governista.

 

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Do lado da direita, Guilherme Derrite surge como um dos nomes mais competitivos, sendo até o momento um dos principais representantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro na disputa. Sua visibilidade cresceu após atuação na área de segurança pública em São Paulo, o que impulsionou seu desempenho nas pesquisas.

 

Tebet, Derrite e Marina lideram disputa ao Senado em SP e aparecem  tecnicamente empatados, diz pesquisa

Foto: Reprodução

 

Já Marina Silva aparece como uma alternativa forte dentro do campo ambiental e progressista. Apesar de ainda não ter oficializado sua candidatura, a ministra é apontada como potencial concorrente e pode mudar de partido para viabilizar a disputa. Para entrar na corrida, ela precisaria deixar o cargo no governo dentro do prazo legal de desincompatibilização.

 

Outros nomes também aparecem no levantamento, mas com desempenho inferior. O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, surge na sequência, com cerca de 14,8%, seguido pelo deputado Ricardo Salles, com 11,1%. Já outros possíveis candidatos pontuam abaixo disso, indicando uma disputa mais concentrada entre os três primeiros colocados.

 

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O cenário mostra uma eleição aberta e competitiva, com forte divisão entre diferentes espectros políticos. A tendência é de que a disputa se intensifique nos próximos meses, à medida que candidaturas forem oficializadas e alianças definidas, podendo alterar significativamente o quadro atual. 

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