Economistas avaliam que a economia brasileira continua mostrando resistência em 2026, mesmo diante dos juros elevados e do crédito mais restrito.
Segundo análises do mercado financeiro, setores como comércio, serviços e indústria ainda sustentam parte do crescimento do país, mantendo a atividade econômica aquecida nos primeiros meses do ano.
Apesar disso, especialistas alertam que o ritmo atual pode não se manter por muito tempo. O principal temor envolve inflação persistente, juros altos e aumento do endividamento, fatores que podem limitar o crescimento nos próximos meses.
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Analistas afirmam que parte da expansão da economia está sendo sustentada por estímulos temporários, consumo aquecido e mercado de trabalho ainda forte, enquanto setores dependentes de crédito já começam a perder força.
O cenário também preocupa investidores por causa da pressão sobre as contas públicas e da dificuldade do Banco Central em reduzir os juros rapidamente diante da inflação acima da meta.
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Nos bastidores do mercado, cresce a avaliação de que o Brasil segue resiliente no curto prazo, mas sem bases estruturais sólidas para acelerar o crescimento de forma sustentável nos próximos anos.