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Emissões de carbono no transporte cresceram 8% entre 2012 e 2024, mostra inventário
Foto: Reprodução

Após lacuna de uma década, Inventário Nacional de emissões do transporte é publicado. Melhora na tecnologia não é suficiente para conter poluição

Acompanhando o aumento da frota, as emissões de CO2 equivalente (CO2eq) cresceram cerca de 8% entre 2012 e 2024, sendo que os automóveis foram responsáveis por 34% desta poluição. Os dados são do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários – Ano-base 2024, publicado na terça-feira (2), após uma década de lacuna de informações sobre o assunto.

 

O trabalho foi elaborado pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), sob coordenação do Ministério dos Transportes (MT) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio da Coalizão Clima e Ar Limpo (CCAC), iniciativa global dedicada a reduzir poluentes climáticos de vida curta.

 

O inventário contabiliza os principais gases de efeito estufa – dióxido de carbono, metano e óxido nitroso –, os poluentes regulamentados pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) – material particulado gerado pela combustão, desgaste de freios, pneus e pista – e o black carbon, poderoso poluente climático de vida curta que foi incluído nas estimativas pela primeira vez.

 

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A atualização traz um panorama que cobra mais de quatro décadas – de 1980 a 2024 –, com dados de emissões por tipo de veículo, combustível usado e fase do Proconve.Os dados trazidos pelo inventário mostram que as emissões de alguns gases caíram ao longo de quase 40 anos do início do Proconve e por conta da evolução tecnológica dos veículos.

 

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Este é o caso do Monóxido de Carbono (CO), cuja emissão caiu de 5,5 milhões de toneladas em 1991 para 1 milhão de toneladas em 2024; dos Óxidos de Nitrogênio (NOx), que caíram 1,3 milhão de toneladas no final dos anos 1990 para 0,6 milhão de tonelada em 2024, e do Material Particulado (MP), cujas emissões caíram de 64 mil toneladas em 2000 para 18 mil toneladas em 2024. 

 

Fonte: O Eco

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