Só em 2025, o sistema de pagamento instantâneo movimentou R$ 35,4 trilhões, uma alta de 33,6% sobre o ano anterior
O avanço do Pix no sistema financeiro brasileiro começou a transformar também o mercado de empréstimos pessoais, com bancos e fintechs ampliando ofertas de crédito com liberação quase imediata direto na conta do cliente.
A modalidade, conhecida popularmente como “empréstimo via Pix”, ganhou força principalmente pela rapidez nas transferências e pela praticidade de contratação totalmente digital, sem necessidade de ir até uma agência bancária.
Hoje, diversas instituições financeiras já permitem que o dinheiro aprovado caia na conta em poucos minutos, inclusive fora do horário comercial, usando o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central.
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O crescimento desse tipo de operação vem mudando o comportamento do consumidor e aumentando a concorrência entre bancos tradicionais, financeiras e plataformas digitais, que passaram a disputar clientes oferecendo aprovação rápida e menos burocracia.
Especialistas afirmam que o Pix acelerou ainda mais a digitalização do crédito pessoal, criando um ambiente onde o consumidor consegue simular, contratar e receber valores praticamente em tempo real pelo celular.
Ao mesmo tempo, o avanço desse mercado também acendeu alertas sobre endividamento e golpes financeiros. Autoridades e especialistas recomendam atenção a promessas de crédito fácil demais, juros muito baixos e cobranças antecipadas, práticas frequentemente usadas em fraudes online.
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O Banco Central já estuda novas funções ligadas ao Pix e ao crédito digital, incluindo sistemas de parcelamento e garantias vinculadas às transações instantâneas, numa tentativa de ampliar ainda mais o uso da ferramenta no sistema financeiro brasileiro.