O mundo deve registrar 500 milhões de novos casos de doenças crônicas não transmissíveis entre 2020 e 2030
Um estudo recente alerta que a combinação entre a falta de atividade física e o estresse crônico vem se consolidando como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares em todo o mundo. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2020 e 2030 podem surgir até 500 milhões de novos casos de doenças crônicas não transmissíveis, com um impacto econômico estimado em mais de 300 bilhões de dólares globalmente.
O sedentarismo compromete a função dos vasos sanguíneos e favorece a elevação de marcadores de risco cardiovascular, enquanto o estresse crônico age no corpo elevando hormônios como cortisol e adrenalina, o que pode aumentar a pressão arterial e a inflamação vascular — dois importantes fatores no desenvolvimento de problemas cardíacos.
Especialistas recomendam que mudanças no estilo de vida são essenciais para proteger o coração. Entre as principais medidas estão: prática regular de exercícios físicos, técnicas de redução de estresse como meditação ou respiração profunda, movimentar-se ao longo do dia, sono de qualidade e alimentação equilibrada, além de evitar o tabagismo.
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Além disso, é importante estar atento a sinais que podem indicar risco cardiovascular, como dor no peito, falta de ar desproporcional ao esforço, palpitações ou fadiga excessiva, que devem ser avaliados por um cardiologista.

Foto: Reprodução
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O alerta reforça que o cuidado com o coração envolve tanto a atividade física quanto a gestão emocional, pois ambos estão diretamente relacionados à saúde do sistema cardiovascular e ao risco de doenças que impactam milhões de pessoas no mundo.