A Primeira Turma do Supremo condenou o ex-deputado, do PL, a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime semiaberto, na última terça-feira (16). No entendimento dos ministros, ele tentou coagir os magistrados e atrapalhar o julgamento de Jair Bolsonaro por golp
O Departamento de Estado dos United States classificou a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo Supreme Federal Court como um caso de “perseguição” e “manipulação jurídica”, elevando a tensão diplomática entre os dois países.
Em nota, o governo americano afirmou que a decisão da Suprema Corte brasileira seria mais um episódio de suposto uso político do sistema judicial contra adversários da oposição. O comunicado também defendeu que disputas políticas sejam resolvidas pelas urnas, e não por decisões judiciais.
Eduardo foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo, após atuar junto a autoridades americanas em tentativa de pressionar o Judiciário brasileiro no caso envolvendo o julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Nos bastidores, aliados do governo avaliam que a declaração americana pode acirrar ainda mais a crise política, sobretudo em meio ao ambiente pré-eleitoral de 2026.