Estudos e informações da imprensa americana indicam que os EUA gastaram uma quantia importante de armamentos em operações de ataque e defesa contra o Irã. Entenda as consequências
Os Estados Unidos enfrentam preocupações sobre a redução dos estoques de mísseis após meses de confrontos com o Irã. Informações divulgadas nesta semana apontam que o país teria utilizado grande parte de suas armas de longo alcance, levantando dúvidas sobre a capacidade de resposta das Forças Armadas norte-americanas diante de um novo conflito de grande escala.
Entre os armamentos que estariam em níveis baixos estão os mísseis ATACMS e PrSM, utilizados para ataques de precisão a longas distâncias. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, restariam poucas unidades desses sistemas, que são considerados importantes para a estratégia militar dos EUA e poderiam ter papel relevante em um eventual confronto com a China.
A preocupação também envolve os sistemas de defesa antimísseis. Relatos indicam que os Estados Unidos consumiram uma parcela significativa dos interceptadores utilizados pelos sistemas Patriot e THAAD, enquanto a reposição dos estoques ocorre em ritmo inferior ao consumo registrado durante o conflito.
Veja também
.jpg)
Espanha reage a restrições da Itália e anuncia controle temporário nas fronteiras
O cenário teria provocado questionamentos dentro do próprio governo de Donald Trump. O Washington Post relatou que o presidente teria cobrado explicações do secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre a situação dos arsenais. A Casa Branca, porém, negou que tenha ocorrido o confronto e classificou a informação como falsa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/R/8/DmgrlBSNSYzUajuUZLFw/260807-info-estoque-misseis-eua.jpg)
Foto: Bruna Azevedo/Arte g1
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Trump também rejeitou publicamente a ideia de que os EUA estejam sem munições. O presidente afirmou que o país possui grandes quantidades de armamentos e que novas unidades continuam sendo produzidas. A disputa em torno dos estoques, entretanto, mantém o alerta sobre a capacidade norte-americana de sustentar operações militares prolongadas e responder rapidamente a novas ameaças.