Presidente Donald Trump na cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França
Após os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela e deixaram ao menos 164 mortos e cerca de mil feridos, diversos países anunciaram medidas de apoio ao governo venezuelano, com envio de equipes de resgate, ajuda humanitária e manifestações de solidariedade.
Os Estados Unidos informaram estar prontos para auxiliar nas operações. O presidente Donald Trump afirmou que o país está “pronto, disposto e apto a ajudar”, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, confirmou o envio de equipes de busca e resgate, além de recursos médicos e assistência humanitária.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade ao povo venezuelano e disse acompanhar a situação com preocupação, destacando o impacto do desastre.
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A União Europeia ativou o sistema de monitoramento por satélite Copernicus para apoiar as operações de emergência e afirmou estar preparada para ampliar a ajuda. Países como Alemanha, França, Suíça, Espanha e Itália também anunciaram medidas de assistência, incluindo envio de socorristas e equipamentos.
Na América Latina, diversos governos também se posicionaram. México, El Salvador, República Dominicana, Panamá, Equador, Uruguai, Chile, Costa Rica, Argentina, Cuba e Guiana manifestaram solidariedade e colocaram apoio humanitário à disposição da Venezuela.
A Alemanha informou a disponibilização de aeronaves militares para apoio logístico, enquanto a França confirmou o envio de 85 socorristas após diálogo entre autoridades. A Suíça enviará equipes especializadas e toneladas de equipamentos de resgate.
A Rússia e a China também declararam apoio, com mensagens de condolências e disposição para ajudar conforme as necessidades do governo venezuelano. O Irã, mesmo enfrentando dificuldades internas, afirmou estar pronto para colaborar nas operações de busca e salvamento.
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As ações internacionais ocorrem em meio ao agravamento da tragédia, que segue mobilizando equipes de resgate na Venezuela e mantendo o alerta de novas atualizações no número de vítimas.