O sarampo é altamente contagioso e o vírus pode sobreviver no ar por até 24 horas, sendo muito mais transmissível que outros vírus da gripe
Os Estados Unidos registraram mais 178 casos de sarampo em uma semana, elevando para 4.588 o total de infecções contabilizadas em 2026. Os dados foram divulgados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) na sexta-feira (23) e revelam o avanço da doença em diferentes regiões do país.
Atualmente, os Estados Unidos enfrentam pelo menos 43 surtos de sarampo. O número acumulado neste ano já representa o dobro dos registros de 2025, acendendo um alerta entre as autoridades de saúde diante da rápida disseminação do vírus.
A Pensilvânia está entre os estados mais afetados, com 1.338 casos registrados no período destacado no levantamento. Carolina do Sul e Utah também ultrapassaram a marca de 500 infecções cada, demonstrando que a doença continua atingindo diferentes partes do território norte-americano.
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Especialistas apontam a queda na cobertura vacinal e o crescimento de movimentos contrários à imunização como fatores associados ao avanço do sarampo. Até o momento, três mortes relacionadas à doença foram confirmadas nos Estados Unidos. As autoridades também alertam que o total real de infectados pode ser maior devido à possibilidade de subnotificação.
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Altamente contagioso, o sarampo pode provocar complicações graves, como pneumonia e encefalite, principalmente em crianças pequenas. A principal forma de prevenção é a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. No Brasil, o imunizante está disponível gratuitamente pelo SUS, e pessoas com doses atrasadas devem procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.