Laken Snelling alegava que tinha dado à luz criança morta após o corpo ser achado em armário
Uma ex-integrante da equipe de cheerleading da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, foi indiciada por homicídio após o resultado da autópsia apontar que o bebê que ela deu à luz nasceu com vida antes de morrer.
A jovem, identificada como Laken Snelling, de 21 anos, foi denunciada por um grande júri sob acusação de homicídio culposo em primeiro grau. A conclusão do Instituto Médico Legal do Kentucky indicou que o recém-nascido morreu por asfixia, embora as circunstâncias exatas ainda não tenham sido totalmente esclarecidas.
O caso veio à tona após o corpo do bebê ser encontrado dentro de um saco plástico em um armário da residência da estudante, em Lexington, em agosto de 2025. Colegas de casa disseram à polícia que ouviram barulhos incomuns vindos do quarto da jovem durante a madrugada e suspeitavam que ela estivesse escondendo uma gravidez.
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Depois do parto, a jovem teria limpado vestígios de sangue no local e saído de casa. Ao entrarem no quarto, as colegas encontraram evidências do nascimento e localizaram o bebê dentro de um saco plástico, acionando imediatamente o serviço de emergência.
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Foto: Reprodução
Inicialmente, Snelling havia sido acusada de ocultação de nascimento, abuso de cadáver e adulteração de provas. Com o resultado da autópsia indicando que a criança nasceu viva, as autoridades decidiram ampliar as acusações, levando ao indiciamento por homicídio.
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A jovem se declarou inocente das acusações e permanece em prisão domiciliar na casa da família, no Tennessee. Caso seja condenada, ela pode enfrentar até 20 anos de prisão apenas pela acusação mais grave, além de outras penas relacionadas aos demais crimes investigados.