Entre os políticos citados pelos delatores está Flávia Péres (ex-Flávia Arruda). Ela foi ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Jair Bolsonaro
Dois ex-altos dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançaram nas negociações para fechar acordo de delação premiada, fornecendo informações que incluem o nome de Fábio Luís Lula da Silva o Lulinha e de políticos nacionais no âmbito de uma investigação sobre irregularidades envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários.
Segundo apuração, o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis ambos presos desde novembro de 2025 relataram às autoridades detalhes sobre como o esquema funcionava e mencionaram a suposta participação de agentes públicos no caso.
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Entre os nomes citados pelos delatores está o de Flávia Péres (ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais), além de políticos ligados ao chamado Centrão, segundo a coluna que revelou o conteúdo dos depoimentos. A defesa de Lulinha já negou qualquer relação com as fraudes ou desvios apontados pelos investigados.
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Os relatos fazem parte da apuração da chamada Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de cobrança irregular de descontos automáticos sobre benefícios de aposentados e pensionistas do INSS e que já resultou em prisões e levantamentos de valores milionários recebidos pelos investigados.