Prisão de Deivis Marcon Antunes aconteceu no âmbito da Operação Barco de Papel, que investiga investimentos do fundo previdenciário fluminense no Banco Master
O ex-presidente da Rioprevidência, fundo de previdência do Rio de Janeiro, foi preso em uma ação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta segunda-feira (2). A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação que apura irregularidades na gestão da entidade.
De acordo com as forças policiais, o mandado foi cumprido em endereço residencial no estado do Rio de Janeiro, e a ação faz parte de um conjunto de medidas adotadas para aprofundar apurações sobre supostas fraudes em contratos e desvios de recursos públicos. A colaboração entre a PF e a PRF reforça o caráter de abrangência da operação.
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As investigações seguem em andamento, e as autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a participação de outros envolvidos ou a extensão dos indícios levantados até o momento. A Justiça deve decidir nos próximos dias sobre medidas cautelares e possíveis prisões adicionais relacionadas ao caso.
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A defesa do ex-presidente da Rioprevidência ainda não se manifestou oficialmente sobre a prisão ou as acusações que motivaram a ação policial. O caso segue sob sigilo parcial, e mais informações podem ser divulgadas pela PF conforme a apuração progrida.