Segundo a Organização Mundial de Saúde, o consumo de tabaco e seus derivados mata cerca de 8 milhões de pessoas a cada ano em todo o mundo
Praticar exercícios físicos regularmente traz diversos benefícios para a saúde, mas não é suficiente para eliminar os danos provocados pelo cigarro. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), que reforça que pessoas que continuam fumando permanecem expostas aos riscos causados pelo tabagismo.
Segundo o instituto, a atividade física pode contribuir para melhorar o condicionamento, a circulação sanguínea e a qualidade de vida, mas não neutraliza os efeitos das substâncias tóxicas presentes na fumaça do cigarro. O tabagismo continua associado a doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e diferentes tipos de câncer.
O alerta ganha importância diante da ideia de que uma rotina de exercícios poderia compensar os prejuízos provocados pelo hábito de fumar. Mesmo pessoas fisicamente ativas podem desenvolver problemas de saúde relacionados ao consumo de tabaco caso continuem expostas às substâncias nocivas.
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Para o Inca, abandonar completamente o cigarro é a principal medida para reduzir os riscos relacionados ao tabagismo. Após a interrupção, o organismo começa a se recuperar e, com o passar do tempo, os riscos de diversas doenças diminuem.
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Especialistas reforçam que atividade física deve fazer parte de uma rotina saudável, mas não substitui a necessidade de parar de fumar. A combinação entre exercícios, alimentação equilibrada e abandono do tabagismo é uma das principais estratégias para proteger a saúde e reduzir o risco de doenças graves.