A derrota do Vasco para o Corinthians na segunda rodada do Brasileiro deixou Fábio Carille sob risco de demissão. E não só pelo fiasco em São Paulo.O técnico tem 15 jogos no comando, com cinco derrotas e três empates.
Entre suas sete vitórias, apenas duas foram contra times da Série A — Botafogo e Santos. E nos sete embates deste porte, o Vasco perdeu cinco. Sofreu 11 gols e fez cinco. A torcida perdeu a ilusão e a diretoria, o otimismo.
Não foi aquela atuação de encher os olhos — usando, é claro, a régua de medição para esse Flamengo que controla os jogos dentro e fora de casa. Mas os três pontos obtidos no Barradão cumprem o propósito. O time de Filipe Luís não consegue transformar em gols a sua superioridade e isso tem provocado diferentes reações. Há quem se preocupe, mas não falta quem enxergue neste domínio do jogo um meio de oprimir seus adversários.
Veja também

Verstappen diz que 'não seria visto' se pilotasse McLaren no Japão
Guardiola critica brasileiro do City: ''Não é inteligente o suficiente''
O que esperar do time na estreia de seu novo treinador, senão os três pontos? Foi o que fez o Fluminense, no domingo chuvoso. A vitória no Maracanã veio em lance de sorte, nos acréscimos, na “chicotada” de Thiago Silva que a zaga rebateu nos pés de Martinelli. O Bragantino mostrou um jogo mais bem estruturado, mas a postura do time tricolor no primeiro tempo foi animadora. Sobretudo na pressão ao homem da bola enquanto houve fôlego.
A atuação do time de Renato Paiva no segundo tempo massageou o ego dos alvinegros. O Botafogo já fazia por merecer melhor sorte tanto no empate com o Palmeiras, pelo Brasileiro, quanto na derrota para a Universidad de Chile, pela Libertadores. O sistema, que não nasce do zero, começa a fluir com naturalidade e a tendência é que Santi Rodriguez, mais à vontade, potencialize a vocação ofensiva. É cedo ainda para conclusões.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O time remendado que Carille levou a campo não competiu. Desentrosado, não teve consistência defensiva. E a desconexão com o DNA vascaíno resultou na vitória fácil do Corinthians. A postura frouxa, sem liderança, expôs a mediocridade de um grupo de jogadores com dificuldades de entender o que se espera dele em campo. E isso é falha de quem comanda o departamento. Está tudo errado. De novo.
Fonte:Extra