Grupo mineiro fortalece posição entre os principais acionistas da empresa dona das redes Pão de Açúcar e Extra após mudança no estatuto social.
A família Coelho Diniz, controladora de uma rede de 22 supermercados no leste de Minas Gerais, ampliou sua participação acionária no GPA e passou a deter 25,1% das ações ordinárias da companhia. O aumento foi comunicado pela empresa na noite desta sexta-feira (26).
A movimentação ocorreu poucos dias após a retirada da chamada cláusula de "poison pill" do estatuto social do GPA. Esse mecanismo obrigava acionistas que ultrapassassem determinado percentual de participação a realizar uma oferta pública para aquisição das demais ações em circulação.
Com a mudança nas regras, a família Coelho Diniz elevou sua fatia de 24,6% para 25,1%, consolidando sua posição entre os maiores acionistas da companhia.
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Outro investidor também reforçou sua participação. A Bonsucex Holding, empresa ligada ao empresário Silvio Tini, aumentou sua fatia para 25,795% logo após a alteração estatutária. Já o Grupo Casino, varejista francês que foi controlador do GPA por décadas, permanece com 20,3% do capital social. Os demais 29% das ações estão distribuídos entre outros investidores.
A ampliação da participação ocorre em meio ao processo de reestruturação financeira do GPA. Em março, a companhia ingressou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar uma dívida de aproximadamente R$ 4,5 bilhões.
O plano, aprovado em maio, prevê redução superior a 50% do endividamento, emissão de debêntures, captação de até R$ 200 milhões em financiamento e alongamento dos prazos para pagamento das obrigações financeiras.
Fundado em 1948, o GPA é um dos maiores grupos varejistas do país, com cerca de 37 mil colaboradores. Além das bandeiras Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Pão de Açúcar Fresh, a empresa também opera as redes Extra Mercado e Mini Extra, além de marcas próprias como Qualitá, Taeq, Pra Valer e Club des Sommeliers.A família Coelho Diniz, controladora de uma rede de 22 supermercados no leste de Minas Gerais, ampliou sua participação acionária no GPA e passou a deter 25,1% das ações ordinárias da companhia. O aumento foi comunicado pela empresa na noite desta sexta-feira (26).
A movimentação ocorreu poucos dias após a retirada da chamada cláusula de "poison pill" do estatuto social do GPA. Esse mecanismo obrigava acionistas que ultrapassassem determinado percentual de participação a realizar uma oferta pública para aquisição das demais ações em circulação.
Com a mudança nas regras, a família Coelho Diniz elevou sua fatia de 24,6% para 25,1%, consolidando sua posição entre os maiores acionistas da companhia.
Outro investidor também reforçou sua participação. A Bonsucex Holding, empresa ligada ao empresário Silvio Tini, aumentou sua fatia para 25,795% logo após a alteração estatutária. Já o Grupo Casino, varejista francês que foi controlador do GPA por décadas, permanece com 20,3% do capital social. Os demais 29% das ações estão distribuídos entre outros investidores.
A ampliação da participação ocorre em meio ao processo de reestruturação financeira do GPA. Em março, a companhia ingressou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar uma dívida de aproximadamente R$ 4,5 bilhões.
O plano, aprovado em maio, prevê redução superior a 50% do endividamento, emissão de debêntures, captação de até R$ 200 milhões em financiamento e alongamento dos prazos para pagamento das obrigações financeiras.
Fundado em 1948, o GPA é um dos maiores grupos varejistas do país, com cerca de 37 mil colaboradores. Além das bandeiras Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Pão de Açúcar Fresh, a empresa também opera as redes Extra Mercado e Mini Extra, além de marcas próprias como Qualitá, Taeq, Pra Valer e Club des Sommeliers.