Benefício ainda não foi liberado, mesmo após um mês da solicitação
A filha de 7 anos da policial militar Gisele Alves Santana, vítima de feminicídio, segue aguardando o pagamento da pensão por morte a que tem direito. O benefício foi solicitado pela família no início de março junto ao órgão responsável pela previdência dos servidores públicos de São Paulo.
De acordo com a legislação, dependentes menores devem receber o auxílio até atingirem a maioridade. No entanto, o processo ainda passava por trâmites administrativos, o que gerou críticas por parte da família, principalmente diante da demora na liberação do pagamento.
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A situação ganhou repercussão após vir à tona que o principal suspeito do crime, um tenente-coronel e marido da vítima, conseguiu a aposentadoria de forma mais rápida, com direito a vencimentos elevados. A diferença no tempo de análise dos dois processos gerou indignação e questionamentos sobre o tratamento dado aos casos.

Fotos: Reprodução
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Após pressão pública, o órgão responsável informou que o benefício foi aprovado e deve começar a ser pago nos próximos dias, com valor estimado em cerca de um salário mínimo e meio. Enquanto isso, o caso segue sob investigação, e o militar permanece preso preventivamente.