Apesar de a CIN já estar disponível em todos os estados e no Distrito Federal, o antigo documento ainda vale
O tradicional Registro Geral (RG) está com os dias contados no Brasil. O governo federal já definiu um cronograma oficial para a substituição do documento pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que passa a unificar a identificação dos cidadãos em todo o país. A mudança faz parte de um processo de modernização que busca aumentar a segurança e reduzir fraudes.
Apesar da mudança, a troca não precisa ser feita imediatamente. O RG antigo continua válido por vários anos, desde que esteja em bom estado de conservação e permita a identificação do cidadão. A substituição será gradual justamente para evitar filas e sobrecarga nos órgãos de atendimento.
O prazo final estabelecido pelo governo para a troca obrigatória é 28 de fevereiro de 2032. Até essa data, todos os brasileiros deverão emitir a nova CIN, que passa a utilizar o CPF como número único de identificação em todo o território nacional.
Veja também

Voo atrasou ou foi cancelado? Conheça os direitos do passageiro
Affiance aciona Hapvida na Justiça para cobrar dívida de R$ 1 bilhão
A nova identidade traz uma série de avanços tecnológicos. Entre eles, estão a presença de QR Code para validação rápida, maior integração com bases de dados do governo e a possibilidade de uso em versão digital por meio do aplicativo Gov.br. Essas mudanças tornam o documento mais seguro e prático no dia a dia.
Outro ponto importante é que a primeira via da nova carteira é gratuita, o que facilita o acesso da população. Para emitir o documento, o cidadão precisa agendar atendimento no órgão responsável do seu estado e apresentar certidão de nascimento ou casamento, além do CPF regularizado.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Especialistas recomendam que, apesar do prazo longo, a população não deixe a troca para a última hora. A nova identidade tende a se tornar cada vez mais exigida em serviços públicos, viagens e operações financeiras, o que pode gerar transtornos para quem permanecer com o documento antigo próximo ao fim do prazo.