Maioria dos estados no Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste estão com a atividade de síndrome respiratória em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento
A Fiocruz acendeu um alerta após identificar que os casos graves de gripe continuam em alta em diversas regiões do Brasil, com crescimento significativo das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O avanço tem sido observado principalmente nas últimas semanas epidemiológicas, indicando que a circulação de vírus respiratórios está mais intensa do que o esperado para o período.
De acordo com o levantamento, a influenza A aparece como uma das principais responsáveis pelos casos graves, ao lado de outros vírus como o rinovírus, o vírus sincicial respiratório e até o coronavírus. Esses agentes têm contribuído para o aumento das hospitalizações e também estão presentes em parte dos registros de óbitos recentes no país.
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Os dados mostram que, nas últimas semanas analisadas, cerca de 27,4% dos casos positivos foram de influenza A, enquanto outros vírus também tiveram participação relevante no cenário de infecções respiratórias. Entre as mortes registradas, a influenza A também aparece com peso importante, reforçando a preocupação das autoridades de saúde.
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Outro ponto que chama atenção é que o aumento dos casos está espalhado por várias regiões do país, com estados apresentando níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, especialmente no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Isso indica que o problema não é localizado, mas sim um fenômeno nacional.