Senador tenta contestar suspeitas sobre doações a Bolsonaro e Tarcísio e atribui responsabilidade ao presidente do PSD
O senador Flávio Bolsonaro reagiu nas redes sociais às acusações de que os R$ 5 milhões doados oficialmente por um grupo ligado ao Banco Master a Jair Bolsonaro e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, poderiam ter relação com supostas contrapartidas de propina.
Do total, R$ 3 milhões foram destinados à campanha de Jair Bolsonaro, enquanto outros R$ 2 milhões foram direcionados a Tarcísio. Diante das suspeitas, Flávio adotou uma estratégia de defesa que busca afastar o pai e o governador de qualquer irregularidade.
Nas publicações, o senador direcionou os questionamentos ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Flávio levantou a hipótese de que Kassab teria solicitado recursos ao banqueiro sem posteriormente repassar os valores ou teria participado da articulação da captação por interesses próprios.
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A argumentação também foi usada para questionar a possibilidade de um político aliado do governo Lula ter atuado, em 2022, para beneficiar Bolsonaro.
A estratégia adotada por Flávio foi analisada pelo jornalista Ricardo Noblat em seu programa. Na avaliação apresentada, a linha de defesa do senador levanta questionamentos e apresenta pontos considerados frágeis e ambíguos.
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As suspeitas envolvendo as doações e eventuais relações entre políticos e o grupo ligado ao Banco Master permanecem no centro das discussões, enquanto os envolvidos são alvo de questionamentos sobre a origem e a destinação dos recursos.