Investigação apura um possível elo entre a gestão e o ICB (Instituto Conhecer Brasil), cuja dona é Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up Entertainment, responsável pelo longa Dark Horse
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que a operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga contratos do programa Wi-Fi Livre não tem relação com o filme “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A investigação apura possíveis irregularidades em contratos ligados ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida por Karina Ferreira da Gama, que também é proprietária da produtora Go Up Entertainment, responsável pelo longa.
Ao comentar o caso, Flávio declarou que a operação “não tem nada a ver com o filme” e disse que prefere aguardar o avanço das apurações antes de se manifestar de forma mais detalhada.
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Segundo o Ministério Público, a investigação analisa possíveis problemas na implantação e manutenção de pontos de internet gratuita em comunidades de São Paulo. Os investigadores apontam suspeitas relacionadas à execução do contrato e ao número de pontos efetivamente instalados.
A Prefeitura de São Paulo nega irregularidades e afirma que os serviços contratados foram executados dentro do previsto. O prefeito Ricardo Nunes também contestou informações divulgadas sobre o contrato e afirmou que os valores pagos correspondem à quantidade de pontos efetivamente implantados.
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O caso ganhou repercussão nacional por envolver uma produtora ligada ao filme “Dark Horse”, obra que retrata a ascensão política de Jair Bolsonaro e que já vinha sendo alvo de debates e questionamentos sobre financiamento e produção nos últimos meses.