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Foguete não pode voltar a voar enquanto investigação sobre acidente não for concluída
Foto: Reprodução

Administração Federal de Aviação dos EUA suspende foguete Alpha, da Firefly Aerospace, até que a investigação sobre uma falha seja concluída

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, nesta terça-feira (29), às 10h37 (pelo horário de Brasília), a empresa Firefly Aerospace, dos EUA, fez o sexto lançamento do foguete Alpha. A decolagem aconteceu na Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia, em meio a uma forte neblina. Apesar do início bem-sucedido, a missão enfrentou problemas depois da separação dos estágios.

 

O foguete Alpha tem dois estágios, ou seja, duas partes que se separam durante o voo. Logo após essa separação, o segundo estágio apresentou falhas e tentou se corrigir. A empresa descobriu que houve uma batida no bico do motor, o que prejudicou o controle e impediu que o veículo atingisse a altura e velocidade esperadas.

 

Por causa do problema, o foguete entrou em uma órbita mais baixa do que o planejado. O objetivo da missão era levar um satélite protótipo da Lockheed Martin para a órbita da Terra, mas isso não foi possível. A carga e a parte superior do foguete acabaram caindo com segurança no Oceano Pacífico, ao norte da Antártida.

 

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Embora a investigação do acidente seja de responsabilidade da Firefly, a FAA acompanhará todo o processo. O relatório final com as conclusões também precisa da aprovação da agência.

 

A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), que regula lançamentos espaciais no país, determinou que a Firefly investigue o que aconteceu. A empresa só poderá fazer novos voos após mostrar que corrigiu as falhas e receber o aval da agência para continuar.

 

Chamada de Message in a Booster, esta foi a sexta missão do foguete Alpha, que mede quase 30 metros de altura. Segundo a Firefly, o motor do segundo estágio perdeu força depoisdo impacto. Inicialmente, parecia que ele tinha atingido 320 km de altitude, mas não alcançou velocidade suficiente para entrar em órbita.

 

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Aquele foi o primeiro lançamento de até 25 previstos dentro de um contrato assinado entre a Firefly e a Lockheed Martin. Ao longo de cinco anos, a parceria deve realizar diversas missões para levar cargas úteis ao espaço, como satélites de comunicação, observação e uso militar ou civil.

 

Fonte: Olhar Digital
 

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