Dermatologista Patrícia Dalboni explica como o frio favorece o surgimento de caspa e quais hábitos ajudam a proteger o couro cabeludo
A combinação de temperaturas mais baixas e baixa umidade do ar pode favorecer o surgimento ou agravamento da caspa, problema que afeta milhões de pessoas e costuma se intensificar nos períodos mais frios do ano.
Segundo dermatologistas, o frio contribui para alterações no couro cabeludo, aumentando a descamação e a oleosidade em algumas pessoas. Além disso, banhos muito quentes, comuns durante o inverno, podem irritar a pele da região e piorar os sintomas.
A caspa, conhecida cientificamente como dermatite seborreica, provoca descamação, coceira e vermelhidão no couro cabeludo. Embora não seja contagiosa, a condição pode causar desconforto e impactar a autoestima.
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Especialistas explicam que fatores como estresse, predisposição genética, alterações hormonais e a proliferação de fungos naturalmente presentes na pele também influenciam o aparecimento do problema. O clima frio e seco, porém, costuma agravar o quadro em pessoas mais sensíveis.

Foto: Reprodução
Para prevenir a caspa, os dermatologistas recomendam evitar água excessivamente quente nos banhos, manter uma rotina adequada de higiene capilar, utilizar shampoos específicos quando necessário e buscar orientação médica caso os sintomas persistam ou se tornem mais intensos.
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Além dos cuidados diários, manter uma alimentação equilibrada e controlar fatores como estresse e privação de sono também podem ajudar a reduzir as crises da condição.