A intensa fumaça provocada pelas queimadas voltou a prejudicar as operações de combate aos incêndios florestais no Amazonas. Neste sábado (17), a baixa visibilidade impediu a decolagem de aeronaves utilizadas pelas equipes em Manaus, conforme informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A suspensão dos voos ocorreu porque a fumaça reduziu a visibilidade a níveis incompatíveis com os requisitos de segurança da aviação. As operações aéreas só poderão ser retomadas quando as condições permitirem que pilotos e tripulações atuem com segurança.
Entre os equipamentos mobilizados estão os aviões Air Tractor, utilizados para lançar água diretamente sobre os focos de incêndio, além de helicópteros que transportam brigadistas e equipamentos e auxiliam as equipes em solo. A operação também conta com um avião KC-390 da Força Aérea Brasileira, que pode realizar lançamentos de grandes volumes de água ou líquido retardante de chamas.
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O planejamento prevê a distribuição das aeronaves conforme as condições atmosféricas e as necessidades de cada região. Parintins deverá receber dois aviões Air Tractor a partir de domingo (18), enquanto Itacoatiara contará com dois equipamentos do mesmo modelo e uma aeronave da Defesa Civil estadual. Em Manaus, estão previstos dois Air Tractor, um KC-390 e três helicópteros, com a retomada do KC-390 condicionada à conclusão de serviços de manutenção.

Foto: Divulgação
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A fumaça também agrava a preocupação com a qualidade do ar na capital amazonense. Diante do cenário, as autoridades recomendam reduzir a exposição à poluição, evitar atividades físicas ao ar livre e manter os ambientes protegidos da fumaça. Enquanto as condições de visibilidade não melhoram, as equipes seguem mobilizadas para enfrentar os incêndios e proteger as áreas ameaçadas.
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