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Furacão Erin atinge a 'catastrófica' categoria 5, diz agência
Foto: Reprodução

Centro de monitoramento dos EUA indica que fenômeno pode crescer ainda mais

O furacão Erin atingiu a categoria 5, a maior na escala, e segue se intensificando rapidamente neste sábado (16) enquanto avança sobre o nordeste do Caribe. O fenômeno provoca mares agitados, chuvas intensas e fortes rajadas de vento nas ilhas próximas à sua rota, segundo informações do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês).

 

Erin atingiu a categoria a mais alta na escala Saffir-Simpson após ter registros de ventos de aproximadamente 257 km/h, o que o torna um fenômeno considerado “catastrófico”, diz a agência nacional americana.


A apuração da CNN mostra que, em apenas 24 horas, os ventos aumentaram em 137 km/h; na sexta(15), por volta das 11h (horário local), o Erin ainda era uma tempestade tropical.

 

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O aquecimento anormal do Atlântico tem alimentado o fortalecimento do sistema, e os meteorologistas preveem novas oscilações de intensidade ao longo deste fim de semana.

 

Na manhã deste sábado, o furacão estava a cerca de 170 km ao norte de Anguilla, passando ao norte das Ilhas de Sotavento, Ilhas Virgens e Porto Rico. Apesar de não haver previsão de impacto direto nessas áreas, alertas de tempestade tropical foram emitidos devido ao risco de ventos fortes, chuvas volumosas e correntes marítimas perigosas.

 

FURACÃO DEVE SE AFASTAR DOS EUA

 

Meteorologistas indicam que a trajetória do Erin não deve atingir terra firme


A previsão do NHC indica que Erin seguirá rumo ao norte pelo Atlântico na próxima semana, afastando-se dos Estados Unidos e de Bermuda. Apesar das previsões, uma mudança de trajetória não está descartada.


Mesmo sem atingir o continente, o furacão deve provocar mar revolto e correntes de retorno perigosas nas praias das Bahamas, da costa leste dos EUA e do Canadá.

 

TEMPORADA DE FURACÕES


O fenômeno marca o primeiro grande furacão da atual temporada no Atlântico, iniciada em 1º de junho. Antes dele, outras quatro tempestades — Andrea, Barry, Chantal e Dexter — haviam se formado, mas nenhuma ultrapassou a categoria de tempestade tropical.

 

Tradicionalmente, o primeiro furacão do ano costuma surgir por volta de 11 de agosto, o que coloca Erin levemente atrasado em relação à média histórica, aponta a CNN.


A Guarda Costeira dos EUA já determinou o fechamento dos portos de St. Thomas e St. John, nas Ilhas Virgens Americanas, além de seis portos em Porto Rico, como medida preventiva. O mar agitado e os ventos fortes devem continuar impactando a região até o início da próxima semana.

 

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Meteorologistas ressaltam que o período mais intenso da temporada de furacões vai de meados de agosto a outubro, e as previsões para 2025 apontam atividade acima da média no Atlântico.

 

Fonte:Ig

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