GCM de Guarulhos estava com amigos em baile funk, na zona sul de São Paulo, quando grupo entrou em confronto com a Polícia Militar
Uma ocorrência policial após um baile funk terminou em tiroteio envolvendo agentes de segurança na Zona Sul de São Paulo, deixando mortos e feridos e levantando questionamentos sobre a atuação das forças envolvidas.
De acordo com informações iniciais, policiais militares foram acionados para conter um “pancadão” — evento com grande aglomeração em via pública — quando houve disparos de arma de fogo. A situação rapidamente evoluiu para um confronto armado, que teria contado com a participação de um guarda civil metropolitano (GCM) e pessoas próximas a ele.
Durante o tiroteio, duas pessoas morreram e ao menos outras quatro ficaram feridas. As vítimas foram socorridas e encaminhadas a hospitais da região. Nenhum policial militar ficou ferido na ação.
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Segundo relatos da Polícia Militar, os agentes teriam sido surpreendidos por disparos feitos por um homem em uma motocicleta, o que motivou a reação. Ainda não está claro, porém, quem iniciou o confronto nem o grau de envolvimento de cada participante na troca de tiros. Testemunhas afirmam que o clima no local era de confusão e pânico, com frequentadores do baile tentando fugir enquanto os disparos aconteciam. Entre os mortos está um homem que não teria ligação com o confronto e que passava pela região no momento da ocorrência.
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O caso está sendo investigado tanto pela Polícia Civil quanto por meio de inquérito interno da corporação militar. As autoridades buscam esclarecer a dinâmica dos fatos, identificar os responsáveis pelos disparos e verificar possíveis excessos na ação policial.