A recomendação é priorizar uma alimentação variada e acompanhamento médico regular
O uso indiscriminado de suplementos alimentares tem preocupado especialistas em saúde, especialmente entre idosos. A avaliação é de que o consumo sem orientação médica pode trazer riscos à saúde e, em alguns casos, mascarar problemas nutricionais ou até agravar doenças preexistentes.
De acordo com geriatras, a popularização de vitaminas, proteínas e outros suplementos, muitas vezes vendidos como soluções rápidas para ganho de energia, imunidade ou massa muscular, tem levado pacientes a substituírem uma alimentação equilibrada por produtos industrializados.
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Especialistas alertam que o excesso de algumas substâncias, como vitaminas lipossolúveis e minerais, pode causar sobrecarga no fígado e nos rins, além de interferir na ação de medicamentos de uso contínuo, comuns na terceira idade.
Outro ponto destacado é o risco de automedicação nutricional. Muitos idosos consomem suplementos por conta própria ou por indicação não profissional, sem avaliação de necessidades reais, o que pode resultar em desequilíbrios no organismo.
Profissionais reforçam que a suplementação só deve ser feita quando há indicação clínica, baseada em exames e avaliação individual. A recomendação é priorizar uma alimentação variada e acompanhamento médico regular, especialmente na população idosa.
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A orientação dos especialistas é que qualquer uso de suplementos seja discutido com médicos ou nutricionistas, evitando riscos desnecessários à saúde e garantindo um envelhecimento mais seguro.