Empresa se diferencia pela rapidez no desenvolvimento de produtos e pela alta eficiência da cadeia produtiva; preços muito baixos levou varejista a patamar semelhante ao da Amazon
A varejista de moda online Shein estreará na Bolsa de Valores de Hong Kong em 1º de setembro, com a expectativa de levantar US$ 1,7 bilhão, anunciou a empresa nesta segunda-feira (horário local, noite de domingo no Brasil). De acordo com um comunicado da Bolsa de Valores de Hong Kong, a gigante do fast-fashion planeja oferecer 280 milhões de ações para levantar até HK$ 13,86 bilhões (cerca de R$ 9 bilhões).
Isso daria à empresa uma avaliação de US$ 26,8 bilhões, segundo um comunicado da bolsa. A Shein, fundada na China e atualmente sediada em Singapura, recebeu aprovação de Pequim em julho para lançar sua oferta pública inicial (IPO) em Hong Kong.
Seus planos de listar suas ações em Nova York e Londres foram prejudicados nos últimos anos por obstáculos regulatórios, de acordo com reportagens da imprensa.
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A empresa tem enfrentado críticas por seu impacto ambiental e acusações de violações de direitos humanos, embora seu CEO tenha declarado à AFP no ano passado que a empresa tem "tolerância zero" para trabalho forçado.
A Shein possui a maioria de suas fábricas na China e se diferencia da concorrência pela rapidez no desenvolvimento de seus produtos e pela alta eficiência de sua cadeia produtiva.
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Sua ampla seleção de produtos a preços extremamente baixos posicionou a Shein em um patamar semelhante ao da Amazon nos Estados Unidos.