Cinco empresas respondem por mais da metade das tentativas de golpe identificadas no segundo trimestre, de acordo com levantamento da empresa de segurança cibernética Check Point Software
Criminosos virtuais continuam explorando a confiança dos usuários em grandes empresas de tecnologia para aplicar golpes na internet. Levantamento divulgado por uma empresa especializada em cibersegurança mostra que marcas como Microsoft, Google, Apple, Meta e Amazon estão entre as mais utilizadas em campanhas de phishing, nas quais criminosos criam páginas falsas para roubar senhas, dados bancários e informações pessoais.
Segundo os especialistas, os golpistas aproveitam a popularidade dessas empresas para enviar e-mails, mensagens de texto e links fraudulentos que imitam comunicações oficiais. Entre os golpes mais comuns estão alertas falsos sobre bloqueio de contas, confirmação de pagamentos, atualização de dados cadastrais e supostas ofertas ou promoções exclusivas.
Os ataques costumam direcionar as vítimas para sites visualmente semelhantes aos oficiais, onde são solicitados login, senha, dados de cartão de crédito ou códigos de autenticação. Em muitos casos, basta que a vítima informe essas informações para que criminosos consigam invadir contas ou realizar transações financeiras indevidas.
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Especialistas recomendam desconfiar de mensagens com tom de urgência, evitar clicar em links enviados por e-mail ou aplicativos de mensagens e sempre acessar serviços digitando o endereço oficial no navegador. Também é importante verificar cuidadosamente o endereço da página antes de inserir qualquer dado pessoal e manter a autenticação em dois fatores ativada nas principais contas.
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A orientação é que usuários mantenham atenção redobrada, já que os golpes estão cada vez mais sofisticados e utilizam a credibilidade de empresas conhecidas para aumentar as chances de enganar as vítimas. Ferramentas de segurança e atualizações constantes dos dispositivos também ajudam a reduzir os riscos de fraudes digitais.