Ministro afirma que divergências são normais e critica tentativas externas de influenciar decisões do tribunal.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que não considera a Corte dividida, apesar das diferentes posições entre os magistrados. Segundo ele, divergências fazem parte do funcionamento natural de tribunais colegiados.
Em entrevista ao portal Metrópoles, concedida às jornalistas Manoela Alcântara e Marília Ribeiro, o decano destacou que a unanimidade não é regra em instâncias como o STF.
“Não há STF rachado. Divisões sempre existiram, e a unanimidade não é um estado normal. Trata-se de um modelo colegiado”, afirmou.
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Gilmar também criticou tentativas externas de influenciar decisões da Corte, destacando que pressões vindas de fora não costumam ser bem recebidas pelos ministros.
A declaração ocorre em meio a análises que apontam possíveis divergências internas no tribunal, especialmente em relação a discussões recentes, como o caso Master e a elaboração de um novo Código de Ética para o STF.
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O texto do código está sendo conduzido pela ministra Cármen Lúcia, escolhida como relatora pelo presidente da Corte, Edson Fachin.