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Goleiro Bruno faz confissão inédita da morte de Eliza Samúdio: ''demônio''
Foto: Reprodução

Nos últimos tempos, o assunto voltou a ganhar força após o passaporte dela ser encontrado em Portugal

Eliza Samúdio foi assassinada em 2010, mas o corpo nunca apareceu, o que transformou o caso em um dos crimes mais impactantes do país. Nos últimos tempos, o assunto voltou a ganhar força após o passaporte dela ser encontrado em Portugal, o que reacendeu questionamentos sobre o paradeiro dos restos mortais e sobre a motivação do crime.

 

Agora, o goleiro Bruno trouxe novas declarações sobre o episódio. Em entrevista a um podcast, ele afirmou que não foi o mandante do assassinato, mas admitiu que teve responsabilidade por ter sido “omisso”. Segundo o ex-atleta, na época ele não imaginava o desfecho do que estava acontecendo e explicou que já não mantinha diálogo com Eliza.

 

“Chegou a um ponto que eu não tinha mais diálogo com a Eliza. Quem tomava conta das minhas coisas era o Macarrão. Ele que resolvia tudo pra mim“, disse ele ao Geral Podcast.

 

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Em outro trecho, Bruno relatou o que respondeu durante o julgamento quando foi questionado sobre a autoria. “A situação que aconteceu, eu até falei no meu júri quando o juiz me perguntou: ‘Você mandou fazer isso?’. Eu falo ‘Não’. ‘Mas você sabia?’. Eu sabia, mas eu não mandei”, comentou.

 

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Foto: Reprodução

 

Ele reforçou a ideia de omissão: “Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso. Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Eu nunca falei que eu sou inocente, mas eu também não sou o demônio da parada”, declarou. Bruno também mencionou que o caso envolveria “facção” e pessoas além do que o público imagina, sem detalhar. “Eu já falei pra quem eu tinha que falar, e eu já falei pra quem eu devia uma satisfação”, afirmou.

 

Por fim, falou sobre o desejo de conversar com o filho. “Espero que, no momento oportuno, ele me dê uma oportunidade pra mim falar com ele o que eu tenho que falar. É ele que precisa saber desse esclarecimento. Só ele, mais ninguém”, concluiu.

 

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Atualmente, Bruno está em liberdade condicional desde janeiro de 2023. Aos 41 anos, tenta voltar ao futebol e seu último clube foi o Capixaba Sport Clube, do Espírito Santo.

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