Cobrança via desconto em folha e suspensão da inadimplência para quem não tem renda estão no centro da proposta, que busca reduzir risco ao estudante e reverter alta histórica de calotes no programa
O governo federal está avançando em ajustes no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) com foco em tornar o programa mais atrativo para estudantes e ampliar a adesão ao sistema de crédito educacional.
As mudanças em discussão envolvem principalmente a forma de cobrança das dívidas dos beneficiários, com a intenção de tornar o pagamento mais flexível e ajustado à capacidade financeira dos formados. A proposta integra um conjunto de medidas recentes voltadas à reestruturação do financiamento estudantil no país.
O Fies, criado para ampliar o acesso ao ensino superior em instituições privadas, já passou por diferentes reformulações nos últimos anos. Entre as alterações mais recentes estão a possibilidade de renegociação de dívidas e a oferta de condições mais longas de parcelamento para contratos antigos, com o objetivo de reduzir a inadimplência e facilitar a regularização dos estudantes.
Veja também
.jpeg)
Novo PAC vai concentrar maioria das novas escolas na Terra Yanomami, no Amazonas
Segundo o governo, o novo movimento busca equilibrar a sustentabilidade do programa com a ampliação do acesso ao ensino superior, especialmente entre estudantes de baixa renda. Também há foco em evitar o endividamento excessivo e melhorar a previsibilidade dos pagamentos após a formatura.
As mudanças ainda estão em fase de detalhamento e devem ser implementadas gradualmente, dentro de um pacote mais amplo de ajustes no financiamento estudantil.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
O Fies segue sendo um dos principais instrumentos de acesso ao ensino superior privado no Brasil, e as alterações têm sido discutidas em meio a esforços do governo para modernizar o programa e torná-lo mais sustentável a longo prazo.